Hoje eu, Getúlio Sobral, Jonas Araújo e Lucas Gomes
resolvemos levar nossa arte pra rua. Eu sempre com esta vontade de ir à rua porem, particularmente essa semana estava
atiçado pelas intervenções artísticas diárias do Grupo Magiluth de Teatro. Mas todos dividindo sentimentos iguais; O de
continuar confraternizando nossa arte entre nós mesmo, como sempre fizemos;
compartilhar nossa arte com a cidade; Sentir como é a relação da cidade com
arte de rua; pesquisar nossa arte na rua.
Foi lindo. Primeiro, nos divertimos muito e esse era o fator
de maior importância no projeto. O simples prazer do ato. Mas alcançamos outras
coisas também. Interações mágicas, engraçadas e bonitas. Música e palhaçaria.
Foi uma experiência maravilhosa que vamos repetir com frequência e, quem sabe,
repetir fora do nosso pais, mas isso são planos ainda oníricos.
É uma experiência muito interessante. Apenas com um dia já
identificamos erros cometidos por nós. Coisas que não funcionam bem na rua, ou
ao menos onde estávamos. Dificuldades que só se percebem com a pratica e na
pratica são sanadas. Mas não percebemos só erros. Percebemos que podemos
melhorar o desempenho cênicos adaptando a organização do grupo, figurino e
diversas outras coisas.
Mas já no primeiro dia, sentimos um pouco como é ser artista de rua. A salvação do dia para uns e ser absolutamente invisível para outros. Entre esses dois extremos, um leque enorme de fenômenos e relações. Mas a rua é plural e tudo pode ser construtivo, dependendo de como nós assimilamos tudo. A rua, e a vida como um todo, pede sempre que nos ajustamos criativamente.
Mas já no primeiro dia, sentimos um pouco como é ser artista de rua. A salvação do dia para uns e ser absolutamente invisível para outros. Entre esses dois extremos, um leque enorme de fenômenos e relações. Mas a rua é plural e tudo pode ser construtivo, dependendo de como nós assimilamos tudo. A rua, e a vida como um todo, pede sempre que nos ajustamos criativamente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário